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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Gay nascido na favela é vereador mais votado em Florianópolis; confira outros LGBT eleitos


Tiago Silva (foto), do PDT, foi o vereador mais votado da história da Câmara de Florianópolis. O jovem de 29 anos teve 6.860 votos.

O candidato é conhecido na cidade por ser o organizador da Parada Gay local. Essa foi a sua segunda tentativa de se eleger vereador. Filho de uma empregada doméstica, Tiago nasceu no morro do Mocotó, a principal favela da capital catarinense.

“A esperança venceu o medo. Eu não esperava ser o mais votado nem nos meus melhores sonhos. O melhor de tudo foi bater as famílias tradicionais que sempre venceram na política florianopolitana”, declarou o candidato após a divulgação do resultado.

Em Bauru, no interior de São Paulo, Markinho da Diversidade também foi eleito vereador. O candidato é um dos organizadores da Parada Gay da cidade e se elegeu com 2.838 votos, ficando na 12ª posição. Salvador também terá uma representante da classe. A médica Fabíola Mansur, do PSB, foi eleita com 6.524 votos. Já a cidade gaúcha de Cruz Alta elegeu o militante e gay assumido Everlei Martins, do PSB, com 778 votos.

Enquanto isso, em São Paulo, nenhum candidato LGBT foi eleito. Entre os 10 representantes da comunidade que concorriam a uma vaga na Câmara, a mais votada foi Silvetty Montilla.

A drag teve 4.763 votos e entre os 1.167 candidatos, ficou na 162º posição. Dentro do seu partido, o PSOL, Silvetty foi a terceira mais votada. Como o partido elegeu um candidato a vereador, ela será a segunda suplente. “Genteee… Obrigado pelos votos! Amei essa experiência… E força na peruca, e como sempre não desisto de um ideal, estarei sempre presente… Estaremos sempre renovando com ideias e objetivos e ficando atento com tudo para nos favorecer!”, postou a drag em sua página no Facebook.

Em seguida vieram Marcos Fernandes, do PSDB, e o ex-BBB Serginho, do PSD, que tiveram 2.619 votos cada. Para Serginho, ele não foi eleito por preconceito. “Ser votado em política é muito difícil, ainda mais com tanto preconceito e desunião entre os gays”, postou em sua página no Twitter. O ex-BBB disse ainda que vai tentar se eleger deputado federal nas próximas eleições, em 2014.

No Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o prefeito ultra-simpatizante da causa gay, foi reeleito pelo PMDB com 64,60% dos votos. Infelizmente, o vereador Carlos Bolsonaro do PP, filho do deputado Jair Bolsonoro, também foi reeleito com 23.679 votos. Já o professor Eliseu Neto, único candidato gay assumido da cidade, recebeu apenas 1.432 votos e não conseguiu chegar à Câmara Municipal.

Fonte/Fotos: A Capa

sábado, 6 de outubro de 2012

Grupo cristão diz que população gay é “muito pequena” para ter direito ao casamento


Será que os direitos de uma população devem ser medidos por seu “tamanho”? Para a organização cristã Christian Institute, do Reino Unido, sim.

Em uma polêmica declaração feita semana passada, o instituto disse que a população gay é “muito pequena” e, assim, não vale a pena dar a ela direitos iguais em relação ao casamento. A afirmação se baseia nos dados coletados pelo Office for National Statistics (ONS), equivalente britânico ao nosso IBGE.

Segundo o ONS, apenas 2,6% da população britânica se declara gay (1,5% dos homens), lésbica (0,7% das mulheres) ou bissexual (0,4% das pessoas), embora organizações LGBTs, como a Stonewall, estimem que o percentual varie entre 6 e 10%, informou o site PinkNews.

A estatística oficial leva o Christian Institute a acreditar que uma população tão “pequena” não deve ensejar mudanças na lei. “É surpreendente que uma mudança tão monumental esteja sendo realizada em nome de uma pequenina parcela da sociedade”, disse Mike Judge, do instituto, ao jornal Daily Mail.

A afirmação não ficou sem resposta. Benjamim Cohen, fundador da campanha Out4Marriage, que defende o casamento igualitário, declarou: “Para além do fato de que muitos têm questionado a precisão e a utilidade das pesquisas do ONS, mesmo se a população de lésbicas, gays e bissexuais fosse tão baixa quanto indicada, por que isso significaria que os LGBTs deveriam ter menos direitos que os heterossexuais?”.

“Os judeus representam menos de 0,5% da população do Reino Unido”, continua Cohen. “No entanto, como judeu, eu tenho o direito legal de me casar, que esse casamento seja realizado por um rabino e reconhecido pelo Estado, embora, obviamente, apenas com alguém do sexo oposto atualmente. Pela interpretação do Christian Institute dos dados populacionais, a população de judeus é presumivelmente ainda ‘menor’, então presumivelmente o Christian Institute acredita que, como os gays, os judeus deveriam ter o direito de se casarem negado”.

O casamento gay está em debate no Reino Unido. Recentemente, o ator Hugh Grant gravou um vídeo de apoio para a Out4Marriage.

Fonte/Foto: A Capa

A Rua: a juventude LGBT e a ocupação de espaços públicos na cidade de Porto Alegre


Realizado através da parceria entre o SOMOS e a Avante Filmes, o curta-metragem A Rua mostra um pouco do espaço de resistência e ocupação no bairro mais boêmio de Porto Alegre, a Cidade Baixa.

Em um momento especial, em que o debate sobre a ocupação e a privatização do espaço público nos provoca a refletir sobre nossa cidade, questionamos também os espaços destinados aos jovens em Porto Alegre.

Há alguns anos, a Rua Lima e Silva no bairro Cidade Baixa afirma-se como um lugar de resistência e conflito, marcado pela intolerância e desrespeito aos Direitos Humanos da população LGBT. Ao mesmo tempo, é um lugar onde a diversidade insiste em demarcar território e onde incansáveis jovens de diversas sexualidades afirmam: “somos assim e estamos aqui”. E isso, é claro, incomoda muita gente.

Confira o filme abaixo:


Fonte: SOMOS

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Califórnia proíbe “terapia de conversão” para jovens LGBT


O governador da Califórnia, Jerry Brown, aprovou neste sábado, 29, uma lei que protegerá homossexuais, bissexuais e transexuais menores de 18 anos de serem submetidos a terapias que têm como objetivo torná-los heterossexuais.

A decisão é histórica: a lei número 1172 é a primeira a restringir esses procedimentos nos Estados Unidos. As “terapias de conversão” às quais alguns menores são sujeitos incluem técnicas como aconselhamento psicológico, aplicação de choques elétricos e rituais de exorcismo.

Brown afirmou que estas terapias “levam jovens à depressão e ao suicídio”. De acordo com o democrata, as práticas não têm base científica e, agora, “serão relegadas à lixeira do charlatanismo”. A lei entrará em vigor em janeiro de 2013.

Fonte: Sul 21

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

RS já emitiu 119 carteiras de identidade para travestis e transexuais


O uso do nome social é determinante para travestis e transexuais. Sem isso, são discriminados em todos os ambientes e circunstâncias, desde a hora da chamada na sala de aula até ocasiões públicas, como em consultórios médicos, lojas, entre outros momentos em que são tratadas pelo nome de registro, com o qual não se identificam. Raras iniciativas têm reduzido esse constrangimento.

O estado de São Paulo, por exemplo, por meio do Decreto 55.588, de 2010, prevê o tratamento de travestis e transexuais pelo nome por eles escolhido para usar socialmente de acordo com sua identidade de gênero. Mas a medida restringe-se à administração pública estadual direta e indireta. No entanto, vem do governo do Rio Grande do Sul algo que pode indicar a redução da marginalização desse grupo: a Carteira de Nome Social (CNS), que começou a ser emitida em 16 de agosto passado, por meio da qual travestis e transexuais poderão ser identificados nos serviços públicos do estado gaúcho. Com sorte, a sociedade em geral vai entender e aceitar também.

A carteira, elaborada pela Secretaria de Segurança Pública em parceria com a Secretaria de Justiça e dos Direitos Humanos, dentro do programa RS sem Homofobia, é emitida pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) com o mesmo método da Carteira de Identidade. Até terça-feira, 18, foram emitidas 119 carteiras. No Departamento de Identificação, em Porto Alegre, houve 100 solicitações. No Posto de Identificação de Caxias do Sul, houve cinco. No de Pelotas, duas. Em Santo Ângelo, uma, e no Presídio Central, 11.

A criação da carteira social estava prevista no Decreto 48.118/2011, assinado pelo governador Tarso Genro (PT). Em 17 de maio passado, Dia Estadual de Enfrentamento à Homofobia, o governador entregou simbolicamente a primeira CNS à travesti Simone Rodrigues. Na data também foi criado o Comitê Gestor dos Direitos Humanos, para cuidar, entre outros, dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT).

O secretário da Segurança Pública do estado, Airton Michels, explicou que a carteira social remete ao RG, portanto, a pessoa pode usá-la porque vai ser imediatamente identificada, já que possui a mesma numeração. Ele explica que o uso da CNS não exclui a necessidade de portar o RG, mas é uma garantia de respeito ao nome social.

“É claro que a carteira tem seus limites. Em um cartório, por exemplo, a pessoa pode até se identificar com a carteira social e ser tratada pelo nome social, mas o contrato, por exemplo, tem de ser feito com o nome de registro. A mudança pode valer para o tratamento desse grupo na escola, na delegacia, até numa loja ou em qualquer estabelecimento privado, embora não tenhamos como forçá-los a aceitar”, esclareceu Michels. Mas, para ele, com um mínimo de sensibilidade o atendente vai confrontar a carteira social com o RG e vai tratar a pessoa por seu nome social.

“O decreto prevê aceitação na Administração Pública e no Poder Executivo, mas estamos negociando com o Poder Judiciário, e a discussão está evoluindo. Porém, o Judiciário está muito sensível a essa questão”, disse o secretário. Ele afirmou que os policiais já começam a ser preparados para aprender a lidar com a questão e a respeitar a validade do documento. “Este ano vamos capacitar alguns policiais em algumas delegacias. Os novos policiais militares já recebem informações nesse sentido, mas isso carece de mais capacitação”, admitiu. O estado tem seis mil policiais civis e 24 mil policiais militares.

“Não é de um dia pro outro, mas à medida que a mídia divulgue e que fique claro que a Secretaria de Segurança Pública adota esse sistema, as coisas vão mudar”, disse Michels, acrescentando que este é apenas o início para que o preconceito e a intolerância sejam extirpados do estado gaúcho.

A advogada Maria Berenice Dias, especialista em direito homoafetivo, destacou a importância da iniciativa. “A ideia é levar a aceitação a todas as autoridades públicas”, disse. A ex-desembargadora lembrou que travestis e transexuais de outros estados também podem usufruir desse benefício. É preciso solicitar Carteira de Identidade no mesmo pedido da CNS.
“Esse é um grupo marginalizado, sofre desde cedo com a expulsão de casa, a perda de convívio familiar, sofre humilhações na escola e dificuldades no mercado de trabalho”, disse Berenice. Ela defende a existência de uma lei federal que combata a homofobia e garanta direitos, como o uso do nome social.

Como pedir

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, desde segunda-feira, 17, os Postos de Identificação Regionais de Santana do Livramento, Caxias do Sul, Pelotas, Passo Fundo, Santa Maria, Santo Ângelo, Novo Hamburgo, Osório e Rio Grande passaram a receber encaminhamentos para a Carteira de Nome Social. A emissão do documento destinado a travestis e transexuais começou em Porto Alegre no dia 16 de agosto.

Para solicitar a CNS são necessários certidão original, conforme o estado civil, ou a Carteira de Identidade, em bom estado de conservação e expedida no Rio Grande do Sul. A primeira via será gratuita e a segunda via custará R$ 45,50, mesmo preço da Carteira de Identidade. A CNS terá prenome, foto, assinatura e número do RG.

Fonte/Foto: Sul 21/SSP-RS

terça-feira, 25 de setembro de 2012

MEC vai criar plano contra violência e homofobia nas escolas


O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e o presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Humberto Verona, assinaram na quinta-feira, 20, um convênio para o estudo da violência e elaboração de um plano para o combate à homofobia nas escolas. A parceria foi firmada durante a cerimônia de abertura da 2ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia, em São Paulo. O evento termina no sábado, 22.

“Esperamos com esse convênio um trabalho intenso em toda a rede, com trabalho de campo, para o desenvolvimento de políticas para uma escola acolhedora, uma cultura de paz, tolerância, convívio com as diferenças, com a pluralidade sexual, racial, religiosa, que enfrente o preconceito e a discriminação e coloque a escola pública em outro patamar e prepare o país para essa nova era do conhecimento”, disse o ministro.

Mercadante destacou o desafio de colocar a educação, a ciência, a tecnologia e a inovação como eixo estruturante de uma política de inclusão. “E a educação precisa do respaldo intelectual dos psicólogos”, afirmou. Ele lembrou as ações do MEC voltadas à ampliação do atendimento nas creches (o país tem apenas 23% das crianças pequenas matriculadas nesses estabelecimentos) por meio do programa Brasil Carinhoso, e do tempo de permanência na escola dos alunos do ensino fundamental vão requerer o trabalho desses profissionais.

A Mostra Nacional de Práticas em Psicologia é um evento comemorativo dos 50 anos da regulamentação da profissão de psicólogo. Além do ministro Mercadante, estiveram na cerimônia de abertura representantes dos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Saúde e da Secretaria de Direitos Humanos.

Em uma mensagem gravada em vídeo, o ministro Alexandre Padilha, da Saúde, lembrou que o psicólogo, que trabalha para reduzir o sofrimento das pessoas e conhece a mente humana, é cada vez mais necessário em políticas para o setor, onde são previstas a ampliação da oferta de Centros de Atendimento Psicossocial - Caps e de consultórios de rua.

Kit anti-homofobia

Em maio de 2011, o então ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que kit anti-homofobia que estava sendo preparado para combater o preconceito contra homossexuais na escola poderia incluir outros grupos que também são vítimas de discriminação. A sugestão havia sido feita pela Frente Parlamentar em Defesa da Família.
No entanto, após pressão da bancada religiosa, o governo recuou no projeto.

O kit foi elaborado por entidades de defesa dos direitos humanos e da população LGBT a partir do diagnóstico de que falta material adequado e preparo dos professores para tratar do tema. Ele era composto por cadernos de orientação aos docentes e vídeos que abordavam a temática do preconceito, mas foi cancelado depois que a presidenta Dilma Rousseff assistiu a um dos vídeos e não gostou do conteúdo.

Fonte/Foto: Sul 21/Antônio Cruz-Agência Brasil

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Carteira de Nome Social será emitida a partir de 16 de agosto


O Instituto-Geral de Perícias (IGP) do Rio Grande do Sul dará início às emissões da Carteira de Nome Social (CNS) destinada a travestis e transexuais a partir do próximo dia 16 de agosto. Nos primeiros 30 dias, o serviço estará disponível apenas no Departamento de Identificação, Avenida Azenha, 255, para seguir o mesmo método da Carteira de Identidade. As imagens serão processadas e posteriormente um perito fará a conferência de dados biográficos e de imagens para garantir a segurança e validade do documento.

Além disso, as emissões serão feitas pelo Departamento de Identificação, antes dos demais postos online e presenciais do RS, para que eventuais correções sejam feitas com mais agilidade e que o processo seja ajustado. A primeira via da Carteira de Nome Social será gratuita. Já, a segunda via da CNS custará R$ 45,50, o mesmo preço da CI. O cidadão ou cidadã deve ter Carteira de Identidade no Rio Grande do Sul para solicitar a CNS. Para obter o documento é necessária a apresentação da certidão original, conforme o estado civil ou a Carteira de Identidade em bom estado de conservação.

A Carteira de Nome Social foi lançada em parceria com o Governo do Estado do RS e entidades de luta pelos direitos civis LGBT gaúchas no dia 18 de maio, com o objetivo de respeitar as diferenças e garantir a cidadania de travestis e transexuais, atendendo a repetidas demandas dessa comunidade. Apesar de outras unidades da federação adotarem o nome social, o estado tornou-se pioneiro ao emitir o documento por um órgão oficial.
Fonte/Foto: Mix Brasil/SOMOS

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Famecos promove Semana da Diversidade Sexual


O Centro Acadêmico da Famecos (CAAP) promove esta semana, nos dias 14, 15 e 16 de agosto, sempre com início às 19 horas, a Semana da Diversidade Sexual. Com o objetivo de esclarecer questões de preconceito, identidade sexual e de gênero para estudantes de Comunicação, que assim não perpetuarão estereótipos e preconceitos na mídia, a atividade também é aberta a todas as pessoas que estivem interessadas.

SEMANA DA DIVERSIDADE SEXUAL NA FAMECOS

Programação:
14 de agosto, terça-feira - Travestis e transexuais ocupando seu espaço
Valéria Houston – cantora
Marina Heldel – professora
Alessandra Bohm – professora

15 de agosto, quarta-feira – LGBTs: a luta por direitos
Maria Berenice Dias – presidente da Comissão Especial da Diversidade Sexual da OAB
Jucele Comis – coordenadora da campanha “Todos pela criminalização da homofobia”

16 de agosto, quarta-feira – Homossexualidade na mídia
Nani Rios – jornalista editora de mídias sociais da L&PM
Vitor X – jornalista editor do Portal Facool
Aline Flores – produtora da LezGirls Party
MadBlush – cantor e produtor

Horário: a partir das 19 horas
Local: Auditório da Famecos / Prédio 07 – PUCRS / Av. Ipiranga, 6681

Fonte/Foto: SOMOS

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Grupo faz campanha pelo voto contra a homofobia


Com as eleições municipais se aproximando em todo o país, um grupo virtual decidiu se organizar para enfrentar a homofobia nas urnas. A campanha “Eu voto contra a homofobia” foi elaborada pelo grupo “Todos Contra a Homofobia” e procura lembrar os eleitores LGBTs (e não) da importância de escolher candidatos que não possuam posturas homofóbicas.

De acordo com o idealizador da campanha, Márcio Marques o principal objetivo é demonstrar que os LGBTs têm voz e que juntos podem fazer a diferença. Ele explica que além de ajudar na aprovação de projetos que estão no congresso, o voto contra a homofobia também serve para combater o fundamentalismo religioso.

“Precisamos de políticas voltadas aos LGBTs, de pessoas que nos defendam. Por este motivo temos que estar atento aos candidatos que nos apoiam” explica.

Para participar da campanha, você precisa enviar uma foto com a frase “Eu voto contra a homofobia” para contra.a.lgbtfobia@gmail.com. E claro votar direito nessas eleições!

Para mais detalhes acesse o blog oficial da campanha www.euvotocontra.wordpress.com.

Fonte/Foto: Gay 1

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Fotógrafo gaúcho Gerson Roldo retorna ao RS em exposição “Monas”


Depois de dois anos morando em São Paulo, o fotógrafo gaúcho Gerson Roldo (foto) – que foi parceiro do SOMOS em ações da ONG – volta a Porto Alegre com “Monas”. A abertura da exposição fotográfica acontece na terça-feira, 07 de agosto, a partir das 20h30, no Venezianos Pub Café, na Cidade Baixa. A mostra vai até o dia 08 de setembro, sempre a partir das 20h30.

Com personagens importantes na cena LGBT da capital gaúcha, Roldo faz uma divertida releitura do mais famoso quadro de Leonardo Da Vinci, a Mona Lisa. O nome também é uma referência a uma expressão bastante relacionada à cultura LGBT. Roldo participou da mostra “Todas as cores contra a homofobia”, na Câmara Municipal, em 2007, e já teve seu trabalho exposto no Venezianos com “Espelhos D’alma” (2005) e “Gratas Personas” (2006).

Formado em Fotografia pelo SENAC/RS, Roldo há dez anos registra pessoas e eventos, em projetos culturais e parcerias. “Como fotógrafo, meu foco principal é clicar pessoas, independente da orientação sexual. No início da minha carreira fiz muitos trabalhos voltados ao tema LGBT”, diz ele. Roldo atualmente trabalha no Estúdio Gerson Roldo de Fotografia e Arte, em Porto Alegre.

Mais informações no site do fotógrafo, pelo e-mail contato@gersonroldo.com.br, e pelos telefones (51) 3022-5296 e (51) 8112-2170.

SERVIÇO:
O que: Exposição “Monas”, do fotógrafo Gerson Roldo
Quando: De 07 de agosto a 08 de setembro, sempre a partir das 20h30
Onde: Venezianos Pub Café – Rua Joaquim Nabuco, 397, Cidade Baixa

Nas fotos: Lúcia Becker/Iran Marcon como a "Mona Strass"  e Alzira Aguiar como a "Mona Gaúcha"

Fonte/Fotos: SOMOS/Gerson Roldo

sábado, 4 de agosto de 2012

Na Argentina, casal gay registra filho em cartório sem precisar recorrer à justiça


Carlos Grinblat, de 41 anos, e Alejandro Dermgerd (foto), 35, conseguiram um grande feito na Argentina. O casal registrou, em Buenos Aires, o filho Tobias, de apenas um mês, com o nome dos dois pais.

O caso virou motivo de comemoração por ter sido registrado em um cartório do centro da cidade, sem necessidade de uma decisão judicial.

“É o primeiro caso em nível mundial onde a certidão de nascimento é expedida diretamente pelo registro civil como filho de dois homens. Em outros casos foi feito a partir de uma decisão judicial, que retificava a certidão anterior”, explicou Maria Rachid, legisladora da Assembleia de Buenos Aires, à AFP.

Tobias nasceu na Índia, país escolhido para a realização de uma barriga de aluguel. “Nossa única luta era por formar nossa família. É outro passo no reconhecimento dos direitos igualitários. Este é um caminho que começou há anos e um marco foi o casamento igualitário”, declarou Grinblat, ao sair do cartório, exibindo o documento de certidão do filho.

Em 2010, a Argentina se tornou o primeiro país da America Latina a autorizar a união entre casais do mesmo sexo. De lá pra cá, a comunidade LGBT já conquistou diversos direitos, o mais recente foi para que travestis e transexuais tirassem seu RG de acordo com sua identidade de gênero.

Fonte/Foto: A Capa

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Fundador da Amazon doará US$ 2,5 milhões para campanha a favor do casamento gay nos EUA


Ao contrário do que fez o presidente da rede de restaurantes Chick-fil-A, Dan Cathy, que se declarou a favor da “família tradicional”, Jeff Bezos (foto), fundador e presidente da Amazon, mostrou respeito à diversidade e foi generoso.

O empresário doará 2,5 milhões de dólares à campanha que pede a legalização do casamento gay no estado de Washington, nos EUA.

A iniciativa do CEO da Amazon surgiu depois de receber um e-mail de Jennifer Cast, uma das primeiras funcionárias da empresa e lésbica assumida, pedindo para que ele compreendesse a importância da legalização do casamento tanto para ela e sua companheira, como a toda comunidade LGBT.

“Eu quero ter o direito de me casar com o amor da minha vida e permitir aos meus filhos e netos verem a sua família honrada como uma família ‘real’”, escreveu Jennifer. “Precisamos da ajuda de pessoas heterossexuais. Para ser muito franca, precisamos de ajuda de pessoas heterossexuais ricas que se preocupam conosco e que queiram nos ajudar a vencer”, completou.

No dia seguinte, Bezos respondeu ao e-mail da funcionária. “Jen, isto está certo por muitas razões. Nós estamos doando 2,5 milhões de dólares. Jeff & MacKenzie”, escreveu o presidente, partilhando a atitude com sua esposa, MacKenzie Bezos.

A votação que deve decidir a legalidade do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, o Referendum 74, acontece no dia 06 de novembro.

Além de Bezos, outras personalidades se mostram a favor da união entre gays. O fundador da Microsoft, Bill Gates, e o CEO da companhia, Steve Ballmer, colaboraram com 100 mil dólares cada um à campanha.
Empresas como Google, Facebook e Eletronic Arts não ficaram atrás e também apoiaram a causa. De acordo com a última pesquisa popular sobre o casamento gay, 51% se disseram a favor contra 42% que consideram o ato ilegal. 
Fonte/Foto: A Capa

terça-feira, 31 de julho de 2012

LGBTs consomem mais produtos tecnológicos


Um estudo realizado pelo Instituto QualiBest comparou os hábitos de consumo e estilo de vida dos brasileiros pela orientação sexual. A pesquisa marcou o lançamento do QPainel LGBT e, dos 17.876 internautas questionados, 3,63% eram lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, um total de 649 participantes.

O levantamento revelou que, em relação ao estado civil, 12% de LGBTs se declaram “casados”, sendo 20% lésbicas, bissexuais e transexuais femininas e 7% de gays bissexuais e transexuais masculinos. Quanto aos heterossexuais, 33% se declaram neste estado civil.

Quanto aos hábitos de vida, LGBTs solteiros têm interesse por viagens, 49% declararam ter viajado a passeio pelo Brasil três ou mais vezes, nos últimos dois anos, e 27% disseram ter viajado para o exterior com a mesma frequência. Essas porcentagens caem para 44%, nos casos das viagens nacionais, e 22%, das internacionais, quando se trata de heterossexuais.

Um ponto que apresentou grande divergência foi a religião. 70% de heterossexuais disseram acreditar em alguma religião, contra 55% de LGBTs.

TECNOLOGIA

O estudo revelou que, quando se trata dos hábitos de consumo, 62% de LGBTs não possuem automóveis, enquanto esse porcentual cai para 55%, em relações aos heterossexuais. Porém, apesar de a maioria não ter carros, 32% de LGBTs tem aparelhos de GPS, contra 29% dos participantes heterossexuais.

60% de LGBTs têm conexão wireless e 31% possuem modem de banda larga 3G. Já para heterossexuais ficam em 57% e 27%, respectivamente. Quanto aos smartphones, 47 % dos entrevistados LGBTs possuem aparelhos inteligentes, enquanto 40% dos heterossexuais possuem esse tipo de aparelho.

A maioria de LGBTs (52%) tem TVs de LCD ou Plasma, taxas que caem para 49% entre os heterossexuais. Em questões de informática, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais possuem mais tabletes, com 15%, notebooks, com 69%, e webcams com 76%. Entre os demais participantes da pesquisa os números ficaram em 11%, 64% e 72%, respectivamente.

DINHEIRO

LGBTs recorrem mais aos serviços de crédito. Enquanto 30% deste público possuem empréstimos, apenas 27% de heterossexuais diz utilizar este tipo de recursos.

Fonte/Foto: InfoMoney/A Capa

terça-feira, 24 de julho de 2012

Exposição em Nova York aborda violência homofóbica no Brasil


Mais de 260 homicídios de LGBTs causados por preconceito. A estatística do GGB para 2011 coloca o Brasil como um recordista em mortes causadas por homofobia – e, dizem os ativistas, está subestimada, já que o número se refere a notícias dadas pela imprensa, e nem todos os assassinatos chegam à mídia.

Agora, a mortal homofobia brasileira chama a atenção no exterior, através da exposição Crimes Against Love (Crimes Contra o Amor), que estará em cartaz em Nova York. Fotos de esculturas desfiguradas pelo tempo são impressas em tecidos de 1,80m pelo artista brasileiro Cyríaco Lopes, como mortalhas. Cada uma traz um texto relatando um assassinato violento motivado por homofobia.

Lopes é professor da City University of New York (John Jay College) e mora nos Estados Unidos há 10 anos. No Brasil, o artista já expôs trabalho no MASP e no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista, e nos MAMs do Rio e Salvador.

Crimes Against Love será exibida a partir do próximo dia 7 de agosto, na John Jay College President’s Gallery, em Nova York, e ficará em cartaz até 7 de setembro. Quem estiver de passagem pela Big Apple pode anotar o serviço abaixo.

SERVIÇO:
O que: Cyríaco Lopes: Crimes Against Love
Curadoria: Claudia Calirman, Lisa Farrington & Thalia Vrachopolous
Quando: De 7 de agosto a 7 de setembro – de segunda a sexta, das 10h ás 16h
Onde: President’s Galley, John Jay College, City University of New York; John Jay College, 899, Tenth Avenue, 6º andar; Nova York, NY, EUA
Fonte/Foto: SOMOS









sábado, 14 de julho de 2012

Empresas ainda falham na inclusão de homossexuais

Foto: Getty Images

Desde o início do ano, o debate público a respeito de direitos LGBTs tem sido intenso. Se, por um lado, houve um avanço importante no reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo, também foram vistas, nos últimos meses, manifestações de ódio, que vão de linchamentos a declarações condenáveis de políticos. Essa mesma dinâmica da sociedade é reproduzida no ambiente de trabalho. Nas empresas, a homofobia é um assunto proibido, mesmo em lugares que promovem a diversidade.

“Trata-se de um reflexo da cultura machista brasileira, um traço profundo da própria identidade nacional”, diz Hélio Arthur Reis Irigaray, professor da Fundação Getúlio Vargas e da Pontifícia Universidade Católica, ambas do Rio de Janeiro, e autor de uma tese de doutorado sobre orientação sexual e ambiente de trabalho brasileiro.
Na entrevista a seguir, Arthur Irigaray mostra que ainda há muito a avançar:

Como a homossexualidade é tratada no ambiente corporativo?

As organizações tem um discurso certinho, de responsabilidade social e inclusão de minorias. Mas ao ouvir um homossexual descrever a vida corporativa, tudo muda de figura. Até hoje existem casos de gays agredidos fisicamente no trabalho, mesmo em corporações com política de diversidade. O homem branco heterossexual tem muito mais facilidade para progredir na carreira do que o gay.

No caso de homens homossexuais, eles são bem aceitos quando são cabeleireiros, comissários de bordo, profissionais das artes, que são carreiras associadas às mulheres. Fora isso, os gays assumidos esbarram em tetos invisíveis. A dificuldade de crescimento profissional existe mesmo em companhias com políticas de inclusão estabelecidas.

As políticas de diversidade não são efetivas então?

Não são. A discriminação contra homossexuais existe e está associada à discriminação sofrida por mulheres. Quando igualo um homem gay à mulher, é para dizer que ele é frágil, fofoqueiro, instável emocionalmente. Ao desqualificar gays, mulheres, negros e outras minorias, faz-se uma reserva de cargos na elite para homens brancos heterossexuais.
Fonte: Você S/A

Grupo antigay planeja boicote a Google


A Google, gigante conhecida universalmente por seu buscador, navegador Chrome e sistema operacional Android, resolveu lançar uma campanha pró-gay. A “Legalise Love”, anunciada no último sábado (07), pretende entrar na luta contra leis que criminalizam a homossexualidade em diferentes países ao redor do mundo.

“Queremos que nossos funcionários que são gays, lésbicas ou transgêneros tenham fora do escritório a mesma experiência que têm dentro do escritório”, disse o executivo da simpatizante companhia, Mark Palmer-Edgecumbe.

O problema é que essa iniciativa já colocou a empresa nos holofotes dos homofóbicos. A antigay American Family Association, famosa por promover boicotes a qualquer coisa que apoie qualquer ponto relacionado aos LGBTs, já está considerando promover um boicote contra os produtos Google.

Um vídeo postado no site RightWingWatch.org mostra Buster Wilson, gerente geral da rede de rádio da AFA, ponderando sobre a questão. “Isto vai ser duro para muitos de nós. Estamos tão integrados com os produtos Google... isso vai ser duro. É mais do que apenas um buscador. Muitos de nós temos celular com Android, usamos o Google Calendar, ou o Google Talk, ou o Gmail...”.

Atualmente, a AFA já boicota um bom número de companhias que apoiam os direitos civis de homossexuais, como a Oreo Cookies e a Home Depot. Curiosamente, o vídeo está hospedado no You Tube... Que, todos sabemos, pertence a Google.
Fonte/Foto: A Capa

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Ministério Público Federal e a “cura” da homossexualidade


Fotos: Carlos Wred/Agência O Dia & George Magaraia/Portal IG

O Ministério Público Federal (MPF) deu entrada em ação pública para anular parte da resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe que profissionais prometam a ‘cura’ de orientação sexual.

A ação, proposta por três procuradores do Rio, argumenta que a norma “impede que psicólogos atendam clinicamente homossexuais que desejam mudar a orientação sexual”. O pedido do MPF deixou ativistas de direitos humanos indignados.

“Retomar a discussão sobre a homossexualidade ser ou não ser doença é um absurdo do mesmo tipo que seria a discussão sobre se o Sol gira em torno da Terra. Um dos procuradores, o Fábio Aragão é evangélico e está colocando o cargo dele a serviço da crença pessoal dele. Isso é um erro grave porque a Justiça deve ser laica”, afirmou o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) ao site O Dia.

A resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia, de março de 1999, se baseia na classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a OMS, a homossexualidade não é doença, distúrbio nem perversão. Portanto, não é passível de cura.

REVOLTA

“Onde o Brasil está querendo chegar? Quer ir à contramão da política dos Direitos Humanos? A OMS já deu parecer que a homossexualidade não é doença. Não cabe ao MPF questionar isso, mas, sim, defender as minorias. Na minha opinião, essa ação é um desserviço que desqualifica o Judiciário”, afirma o estilista e ativista pelos direitos LGBTs Carlos Tufvesson.

A ação, que teve o pedido de liminar rejeitado em 1ª e 2ª instância, afirma que o conselho permite que o psicólogo trate o “cidadão que deseja sair da heterossexualidade para tornar-se homossexual”.

O pedido do MPF argumenta que a resolução “viola tanto os direitos dos psicólogos quanto o direito daqueles que optarem pelo auxílio psicológico para resolver a angústia que traz a opção(sic) sexual que está seguindo em dado momento da vida”.

BANCADA EVANGÉLICA LUTA EM BRASÍLIA

Semana passada, discussão do projeto legislativo do deputado João Campos (PSDB-GO) – que tenta derrubar a resolução do Conselho de Psicologia e liberar atendimento para quem queira mudar a orientação sexual – gerou tumulto no Congresso.

O tema mistura política e religião: Campos é da bancada evangélica. O pastor Joide Miranda, 47, defende o ponto de vista polêmico. Ex-travesti, hoje casado e pai de um menino, ele fundou em Cuiabá a Associação Brasileira de Ex-LGBTTs, que ajuda pessoas que “desejam deixar voluntariamente o estado de homossexual”. “Deus restaurou minha identidade”, diz.
Fonte: Gay1

Esse é pra poder denunciar


A ONG GGB (Grupo Gay da Bahia) criou um site que recebe notícias de assassinatos de homossexuais no Brasil. Intitulado “Quem a homofobia matou hoje”, o site publica diariamente notícias sobre mortes violentas de homossexuais.

Você pode colaborar enviando o relato de crimes ainda não divulgados pela ONG. Acesse “Quem a homofobia matou hoje” através deste link, mas atenção, algumas notícias contém imagens pesadas das vítimas.
Fonte: SOMOS

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Escola gay abre mais três unidades em São Paulo


Alheia às tentativas de intimidação, a Escola Jovem LGBT, do ponto de Cultura E-jovem, mostra que o projeto vai de vento em popa.

Tanto é assim que anunciou à imprensa que abrirá três novas unidades do estado de São Paulo. Agora, além da original, em Campinas (SP), São Vicente e Piracicaba contarão com suas próprias filiais, a partir de julho.

Em Campinas, serão oferecidos cursos de literatura queer, cinema e de drag queen. Piracicaba, além do curso de drag, terá um de fanzines e danças. Em São Paulo, os estudantes contarão com aulas de cinema, marketing e sociologia da homossexualidade. São Vicente terá teatro, roteiro, vôlei de praia e surfe. A previsão é que cerca de 150 alunos passem pelos cursos até o final de 2012.

As cidades foram selecionadas no início do ano por meio de um edital, apresentaram projetos dos cursos e se comprometeram a buscar parcerias. “Queremos semear a ideia de que é preciso valorizar a diversidade e, ao mesmo tempo, oferecer um espaço onde jovens LGBTs possam se expressar”, diz o diretor Deco Ribeiro.

Alunos heterossexuais também são admitidos, e os detalhes sobre os cursos e as matriculas serão divulgados no dia 20 de julho.


Para aqueles que se interessaram pela matéria, e quiserem maiores informações o e-mail deles é escola@e-jovem.com.
Fonte/Foto: A Capa

Orgulho gay ilumina Porto Alegre


Para marcar o Dia Internacional do orgulho Gay,dia 28 de junho passado, quatro organizações que lutam pelos direitos LGBT em Porto Alegre – SOMOS, Igualdade, Liga Brasileira de Lésbicas (LBL) e Nuances – organizaram o evento que iluminou o Monumento do Expedicionário na Redenção, o Palácio Piratini, a Secretaria da Saúde e o Centro Administrativo, com as luzes do arco-íris.


Na Redenção as luzes foram acesas no final da tarde e permaneceram acesas até o nascer do sol do dia 29. Os cidadãos se uniram aos representantes das ONGs e compareceram com velas, lanternas, bandeiras e acessórios iluminados. Houve também uma caminhada pelo parque.

Ana Maria Malavolta, da LBL, explica a importância do ato: “As pessoas tem que começar a prestar atenção que a homofobia não atinge somente os LGBTs, não é um problema de quem é homossexual. É um problema da sociedade porque é um vício de caráter das pessoas. Tu não podes não respeitar as diferenças de orientação sexual, de raça, de etnia”.
Fonte/Fotos: SOMOS/Fora de Eixo



                                                                    
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